segunda-feira, 8 de abril de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
Dia Internacional da Mulher
A 8 de Março de 1857, as operárias de
uma fábrica de tecidos de Nova Iorque,
fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica. Reivindicaram melhores
condições de trabalho: a redução do horário de trabalho para dez
horas, em vez das 16 horas diárias; equiparação dos seus
salários aos dos homens, pois as mulheres chegavam a receber um terço do salário
dos homens; dignidade de tratamento na fábrica. (O recente filme "Os Miseráveis" dá uma boa visão do que eram as fábricas então e do que era exigido às operárias para manterem os seus postos de trabalho).
A manifestação foi reprimida com violência. As mulheres trancadas dentro da fábrica e esta incendiada.
Morreram 130 tecelãs carbonizadas, vítimas da mais um ato totalmente desumano.
Em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, foi decidido que o 8 de Março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres mortas naquela fábrica em 1857.
Em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, foi decidido que o 8 de Março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres mortas naquela fábrica em 1857.
O género humano não é flor que se cheire e está muito longe de ser bom.
Durante anos temos vindo esforçadamente a construir aquilo que designamos por
Humanidade, mas de repente, se não estamos atentos, escorregamos como acontece com o caracol a
subir esforçadamente a uma parede e é preciso recomeçar, quase do fundo. Por isso é tão salutar recordar estas efemérides, porque passaram apenas 156 anos, porque os sinais do mundo apontam para uma ameaça de regressão.
Durante
muitos anos interroguei-me o que queriam as pessoas dizer quando
desejavam ou rezavam pela sua "SALVAÇÃO". Mas salvação de quê?
Só há
muito pouco tempo descobri que a salvação que procuramos é a
distanciação, o escapar, à terrível e temível natureza da nossa condição humana.
Estas
130 mulheres morreram, como tantas e tantos outros, às mãos de outros
homens seus iguais. De quantos mártires precisaremos mais até alcançarmos a Salvação?
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Pensionistas reformados - matem-se todos!
As pensões dos trabalhadores portugueses, com as raras excepções das dos políticos e dos que souberam vigarizar o sistema, foram sempre pequenas relativamente aos quarenta e tantos anos de descontos elevados, 24,5+11% = 35,5%, que deveriam ter sido postos a render, como se de um seguro se tratasse, um seguro feito com a entidade mais séria de um país - o seu Estado.
Para a maior parte dos portugueses que confiaram no sistema, a reforma consistiu na sua exclusão social. O valor da reforma acabava por ser pouco mais de metade do último ordenado, o que obrigava a que o orçamento mensal fosse refeito várias vezes, até se encaixar no rendimento diminuído e que ao longo destes 3 anos perdeu cerca de 8% do seu poder de compra, por falta de actualização face à inflação.
Mas hoje, 15 de Outubro de 2012, o governo desta nossa infeliz nação, pretende que os cidadãos reformados, que deram o melhor das suas capacidades de trabalho ao país, que nem têm sindicatos a defendê-los porque já não estão no activo, reduzam em 2013 o seu orçamento para metade. Contas feitas é disto que se trata, de passar a metade. Mas como fazê-lo? Como reduzir um orçamento, já escasso, para metade, se sobe a renda da casa ou IMI, os custos da electricidade, da água, do gás, dos transportes?
As pessoas têm compromissos, assumidos na base do contrato que fizeram com o Estado. Se o Estado não cumpre, como podem eles continuar a cumprir? Não podem. Por muito que se esforcem não conseguem passar a governar-se com metade.
E pior ainda, os reformados, nem sequer estão já em idade de emigrar, apenas estão em idade de se arrependerem de não terem emigrado e estabelecido a sua vida noutro país!
Seguramente que o Governo percebe que está a tentar reduzir à miséria, o povo que o elegeu. E esse povo terá tanto medo que vai baixar a cabeça e aceitar a canga que de novo lhe querem pôr?
Pobre Portugal! Pobres portugueses! Nunca se conseguiram unir para se governarem com justiça! Sempre dependentes dos outros, dos estrangeiros, ingleses, franceses, espanhóis, holandeses ...
Justificámos isso pelo analfabetismo da população, mas o povo que hoje se manifesta e sai à rua, não tem qualquer semelhança com o povo que o fez no 25 de Abril de 1974. Grande parte dele, andou na escola e mesmo aquele que apenas andou pelas "novas oportunidades", tem telemóvel, computador, cartão de crédito e de débito.
Com estas medidas não vai poder haver lugar à solidariedade para que se possa matar a fome e continuar a acudir aos desempregados. Todos na miséria não nos podemos ajudar.
Acordemos. Hoje. Enquanto é tempo.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 9 de março de 2011
Brain Awareness Week
Somos o Cérebro que Temos ?

Será o título da Conferência que a Filósofa Ana Leonor Morais Santos vai proferir dia 16 de Março pelas 18h30
na Faculdade de Ciências da Saúde da U.B.I.
Integrada no Ciclo de Conferências que o Lions Clube da Covilhã está a organizar no âmbito da celebração do seu 40º aniversário.

Será o título da Conferência que a Filósofa Ana Leonor Morais Santos vai proferir dia 16 de Março pelas 18h30
na Faculdade de Ciências da Saúde da U.B.I.
Integrada no Ciclo de Conferências que o Lions Clube da Covilhã está a organizar no âmbito da celebração do seu 40º aniversário.
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